Último dia no ano. Últimas horas, já são quase cinco da tarde. O ano e arrastou, parece que foram cinco anos. Só que daqui a pouco todo mundo vai dizer que “nossa, como o ano acabou rápido!”. Porra, nenhuma, esse ano se arrastou! Só pra mim foram duas namoradas oficiais, duas quase namoradas, três – não um, nem dois, mas três mpregos, 79 textos, quatrocentos comentários, muitos elogios, algumas críticas, elogios de gente grande como a Rosana Herman e do Olivetto. Desse último eu preferia um emprego, mas vá lá…

Deve ter sido o ano que eu mais produzi, literaria e literalmente falando. Meu ego e minha confiança como escritor já estão consolidados, esse ano então chega de buscas espirituais, morais e blábláblá, e já tá na hora de começar a ganhar dinheiro com isso. Terminar a faculdade nada, a família e os amigos quando me encontram acho que já me formei desde 1999. E ainda falta muito. Duro que nem coração de judeu vendedor de carros usados e tentando viver uma vida rústica e offline sem celular. Há um mês, contando.

Espero pra esse ano, além de ficar rico, claro, ganhar muito mais leitores e comentários, e escrever muito mais. Tanto em quantidade quanto em qualidade. Plantar uma árvore e escrever um livro também estão nos meus planos, mas o segundo não depende tanto da minha vontade. Escrever sim, já publicar foge da minha alçada. Ter um filho fica pra depois, deixa acumular pedido pra daqui há uns aninhos… Espero que o Fluminense seja campeão de tudo esse ano – com esse time tem mais é que ser mesmo. Espero também que todos vocês que me lêem sejam muito felizes, tenham muita paz e amor, a muito dinheiro também, e se algum dia forem editores fodões ou diretores da Globo, não se esqueçam desse peobre diabo que os entretia nas noites frias de julho quando o canal pornô saía do ar…

Então é isso. Último post do ano. Feliz Ano Novo para todos, e cuidado para não entalarem com o Peru. Até 2008!

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