Bom, muitos de vocês devem ter visto um comentário de um tal “G”, aí pelo blogue. Muita gente gosta do blogue, muita gente não gosta, normal. Não costumo responder todos os comentários negativos, apesar de agradecer por quase todos os elogios. Mas esse não pode passar em branco. Ele diz, em seu blogue, que todos os blogs são burros e inócuos. E ele mesmo tem uns três ou quatro. Pois bem, eu respondi ao comentário, aí a boneca se enfezou e fez uns três posts sobre meu texto “Digam não ao comunismo intelectual” no blogue(?) dele, falando que o texto é um dos mais burros que ele já leu. Não que eu ligue pra opinião de um crítico escritor frustrado, longe de mim. Quem entrar no blogue dele, aqui, vai perceber que seus textos são cheios de coisas que ele mesmo critica aqui, e desanda a citar Deus e o mundo e tratar autores com uma intimidade que parece que ele tava lá enquanto os caras escreviam.

É muito fácil, depois de pronta a Torre Eifell, falar que “porra, podia ter menos ferro”. Criticar e falar bobagem de alguma coisa pronta é muito fácil, fazer são outros quinhentos. Daí o velho ditado, que diz que quem sabe faz, quem não sabe ensina. Não são todos os que ensinam que não sabem, muito pelo contrário, só gente desse naipe. Ao falar mal dos blogues, ele fala que “Mulheres usam o espaço para divulgar receitas de bolo e outras para copiar poesias chinfrins. E só. Quando se aventuram a contar uma história é um fiasco. E tem também blog de velhas com uma cultura mediana que fazem o contrário: escrevem se pavoaneando, fazendo citações a tais e tais autores e dizendo-se amigas de quase todos os escritores do Brasil (quiçá do mundo!)”. E ainda dizem que eu que sou preconceituoso. Aposto que ele deve achar que Hitler exagerou “só um pouquinho…”.

Entendo gente que não gosta de humor, acontece. Mas daí a achar que tem que sofrer, morrer e vomitar proparixítonas pra ser inteligente, é o maior sinal de burrice que já vi na vida. Chega de ficar falando disso, né!? Até porque, quando eu critico alguma coisa é porque faço melhor, e vou lá e mostro. Logo, só me atinge crítica de quem sabe o que tá falando, ou de quem faria melhor. E esse sujeito, sem dúvida nenhuma, não faria melhor que eu nem em um milhão de anos. Quer dizer, ele escreveria uma resenha, citaria uns dezenove autores clássicos e ia voltar pra mesinha de pseudo-intelectuais-críticos-frustrados que sabem tudo mas não fazem nada.

Desculpem o post mal humorado, prometo um bem bacana pra amanhã.

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