Todo mundo que já se mudou vai se identificar com esse vídeo! Assistam!

 

Bom, pessoal, é chegada a hora. O Ego mudou de casa. Tá mais bonito, melhor pra ler e vai me fazer um homem rico em breve. Visitem e mudem os links e os feeds pra lá, avisem aos amigos, aos inimigos, às sogras, enfim, visitem lá como vocês me visitam aqui. O link é http://www.leonardoluz.com.br Não deixem de ir lá. Abraços!

 

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Nove casamentos, centenas de mulheres e essa careca. Preciso dizer mais alguma coisa?

Nove casamentos, centenas de mulheres e essa careca. Preciso dizer mais alguma coisa?

Com os nerds recentemente alçados de “virgens pra sempre” à categoria de “comedores em potencial”, algumas coisas mudaram. como ser nerd agora está na moda, já há mulher que ache charmoso o sujeito passar vinte horas por dia na internet, e dizem as más línguas que o tamanho que importa atualmente é o da grossura das lentes dos óculos. Miopia is the new black. Com a ascensão dos nerds aconteceu uma valorização maior das capacidades intelectuais por parte da sociedade e, pasmem, por parte da mulherada. As mulheres se lembraram de que há vida antes dos 40 de bíceps. Mas eu não vou falar dos nerds no texto. Isso foi só pra introduzir. Vou falar sobre os escritores.

Bom, não é de hoje que os escritores exercem um fascínio quase transcendental na mulherada. Desde a Grécia Antiga, passando pela Inglaterra de Shakeaspeare e os EUA de Norman Mailer, escritores nunca tiveram muito trabalho no trato com as pequenas. Mas por que este fascínio? Por que mesmo mulheres sem o, digamos, perfil intelectual compatível, também possuem esta queda? Bom, como uma das minhas obrigações como ser que possui todas as respostas da humanidade é compartilhar este conhecimento com vocês, vou elucidar mais este mistério da humanidade.

A primeira coisa é o charme. A aura. O ar de escritor. O ar de artista que pode a qualquer momento ficar rico, famoso ou escrever uma obra prima. Ou ar de artista que não quer ficar rico nem famoso, quer ser low profile, simplesmente desfilar sua arte pelo mundo. Isso sem falar que se tira uma onda com as amigas. Enquanto suas amigas têm namorados advogados, engenheiros ou blogueiros – profissões mais do que normais – o seu namorado é escritor! É um artista! Ele não precisou estudar, ele vive do talento que nasceu com ele! Qualquer um pode estudar e ser engenheiro, médico ou blogueiro, mas não escritor! Na verdade isso é tudo uma grande besteira, mas é uma boa desculpa pra quando as sogras reclamam que os genros são duros, fracassados e decadentes.

Isso sem falar que cartas, cartões, dedicatórias e afins não faltaram nunca nesse caso. E não vão ser textos do Vinicius, do Drummond ou do Pessoa. Vão ser textos exclusivos, só pra você! Suas amigas vão morrer de inveja de você! todas vão querer conversar e pedir conselhos (e algumas vão querer dar) pro seu namorado. E ele lá, com aquele ar blasé de “isso é fácil pra mim, não é nenhum esforço”. Também conta o fato de que pra ter alguma profissão normal, basta estudar. Pra ser escritor não, Deus escolhe os melhores para viverem da pena. E lhes dá miopía, bronquite e nenhuma habilidade pra esportes, e eles viram escritores. E aqui também se enquadra o fato de que ficar forte qualquer idiota com dinheiro pra frequentar academia fica, mas inteligente não.

Se você for poeta, tem a vantagem de não precisar escrever bem. Só precisa escrever algo que ninguém entenda e fazer cara de pena quando perceber que alguém está tentando entender. Claro, há as excessões, como Vinicius, Pessoa ou Drummond. Se for prosa, romantismo dosado com humor abre as pernas o coração de qualquer mulher. É batata. Outra coisa é que os amigos delas falam mal do Paulo Coelho ou do Saramago, mas eles estão falando do que não sabem. Se você falar mal do Saramago, há de se respeitar, afinal, você é um escritor! Eles não!

Outro ponto importante é o efeito retroalimentação, vulgo “cobra que engole o próprio rabo”. Se as mulheres gostam de escritores, logo, se ele for um cara dado aos prazeres carnais heterosexuais, ele já deve ter tido muitas mulheres. Se ele teve muitas mulheres, ele deve ser um bom amante, ou não teria tido tantas. Se ele é um bom amante, você quer dar pra ele.  Voilá! Temos aí a fama de que escritores costumam ser bons amantes. E mesmo que seja por uma noite, ela vai se sentir a musa inspiradora de tudo o que ele fizer dali pra frente. E o escritor sempre pode dizer para todas que todas elas o são. Pera lá, não é mentira! É que no fundo, todas elas nos inspiram um pouquinho. E seria chato e doloroso (principalmente se a sua namorada for violenta) falar que ela foi a inspiração pras cinco primeiras linhas, mas foi. Que pro resto houve mais doze musas inspiradoras.

Bom, é isso. Eu poderia ficar aqui o dia todo dando explicações pra este fenômeno, mas acho que estes já bastam. Claro, nada disso aí em cima é real, é tudo ficção. Nada disso nunca aconteceu comigo, sempre tive dificuldade com as mulheres, sempre tive que fazer cartinhas para, com muito custo, comer alguém e a minha namorada é musa inspiradora única e magnânima de cada linha do que escrevo. Foi tudo baseado em relatos colhidos, e nenhum escritor foi maltratado durante a confecção deste texto. Nem nenhum escritor machucou ninguém durante a confecção deste texto.

Bote essa fitinha no seu blogue!

Bom, que me lê com alguma frequência sabe que não sou dado (sem piada) a baboseiras colaborativas sem sentido da internet, como selo pra blogues politicamente corretos, blogues ecologicamente corretos ou selos contra políticos ou algo que o valha. Simplesmente não dá certo, porque não são mudanças que funcionem à distância, das nossas cadeiras confortáveis atrás do computador. Mas agora eu não só estou apoiando uma campanha como estou pedindo o apoio de vocês.

O Ministério da Saúde terminou algum tempo atrás a maior pesquisa sobre o comportamento sexual do brasileiro já realizada. E os resultados não são nada animadores. O número geral de pessoas que utilizam preservativos diminuiu consideravelmente, apesar de o grau de conscientização do brasileiro médio ter aumentado consideravelmente. E desta vez o problema não são os jovens, ao contrário do que rezava o senso comum. Segundo a pesquisa, entre a população na faixa etária de 50 a 54 anos, somente 32%, eu disse TRINTA E DOIS POR CENTO, dos brasileiros utilizaram camisinha em todas as relações com parceiros casuais nos últimos 12 meses.

E se você é casado(a) e acha que está livre disso tudo e tá doido pra acabar de ler essa besteirada toda, presta atenção nisso: ainda segundo a pesquisa, 57% dos homens e 75% das mulheres que possuem parceiro fixo NÃO usaram preservativo em relações casuais durante os últimos 12 meses. Ou seja: eles usaram com seus parceiros(as) e não utilizaram com os parceiros casuais, expondo seus parceiros fixos ao risco. Tá, e o que você tem a ver com isso? Mais do que você imagina.

Além do básico – usar camisinha SEMPRE – eu peço que você, querido leitor, querida leitora, ajude a divulgar a campanha. Divulgue a comunidade da campanha no Orkut, espalhe para os amigos, faça um post no seu blogue, coloque a fitinha lá, enfim, faça alguma coisa além de hashtags idiotas no twitter e memes que não mudam nada na prática. Está nas nossas mão mudar essa situação. E isso sem falar na auto-preservação, pois usando camisinha estaremos protegendo a nós mesmo e às pessoas que amamos e nos importamos. Atualmente há no Brasil mais de 630 mil pessoas infectadas com o vírus da Aids, e dessas, 255 não sabem que possuem o vírus. Então, se pela primeira vez eu não falei mal de ninguém, não falei bem de mim mesmo nem reclamei de nada, foi por uma boa causa, e peço a vocês que divulguem a campanha. Vamos tomar uma atitude contra a Aids. Prometo que se um dia eug anhar um Nobel da Paz por esse post eu vou agradecer nominalmente a todos vocês.


*pra baixar a fitinha é só clicar na imagem aí em cima.

Eu estava querendo falar disso faz um tempo. Com a morte do Michael Jackson, houve uma enxurrada de mensagens no Twitter de gente indignada com as homenagens e com a comoção em torno da morte do Rei do Pop, sempre citando o processo por abuso sexual, do qual ele foi inocentado. Depois de muito responder a alguns mais racionais esperar pra dar umas porradas pessoalmente nos mais revoltados, resolvi trazer à tona una discussão que há muito me queima a mufa – e que me afeta diretamente: a distinção entre o artista e o homem.

Como escritor, além de sofrer muito com isso, eu aprendi a fazer a distinção. Muitas destas pessoas que execraram o Michael Jackson devem ser fãs de Wagner, John Lennon (eu sou um deles) ou até mesmo do Simonal, que tá na moda. Pois bem, Wagner era um anti-semita de marca maior, tendo publicado vários ensaios neste sentido.  John Lennon era machista, viciado em drogas e espancava regularmente a(s) esposa(s) e os filhos. E o Simonal mantinha contatos promíscuos com o DOPS durante a repressão, e tinha fama de mandar bater nas pessoas e de ser muito violento com suas mulheres. São casos parecidos: homens que não são exemplos muito bons, mas artistas indiscutivelmente talentosos e dignos de admiração.

Há outros casos igualmente polêmicos que também serviriam de exemplo. Falhas de caráter influenciam na importância e na qualidade artística das pessoas? Se sim, quem deveria ser um artista. Um ser humano perfeito, imagino. Cazuza e Renato Russo eram viciados em drogas e o Cazuza até traficava segundo algumas pessoas, e toda essa gente que fala mal do Michael Jackson agora deve adorar Legião e Cazuza. O que nos interessa a vida pessoal de um artista? Até que ponto devemos nos influenciar pela pessoa por trás do artista. Até que ponto meu caráter faz você, amigo, deixar de vir aqui ler meu blogue? A que lhe interessa se eu torço pelo Fluminense, falo preto em vez de negro, acho a Globo uma empresa FODA ou acho uma babaquice protestinhos de twitter e de playboy de ipanema que acha que vai mudar o mundo de suas coberturas? NADA.

A não ser que você queira me namorar ou ser meu amigo (a), minhas qualidades e defeitos não fazem a menor diferença. Você vem aqui ler meus textos, e não se beneficiar com a minha imensa benevolência ou compartilhar dos meus ideais. Eu jamais ia querer o Michael, o Lennon, o Wagner ou o Simonal como genros, mas como artistas não há o que discutir. A vida pessoal de um artista não deve ser jamais comparada ou ligada de alguma forma à sua obra. Isso explica o fato de até hoje nenhuma sogra ter gostado de mim até hoje. Bom, se pelo menos elas comprarem meu livro, é uma troca justa…

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