You are currently browsing the monthly archive for Novembro 2007.

      Falar que mulher se veste pras outras mulheres já é lugar comum. Quase uma unanimidade. Porém, pra rimar, vou além. Mulher se veste, se maquia, emagrece, faz escova, entre outras coisas pras outras mulheres. Claro, e pros amigos veados delas. Não dá pra entender o que leva uma mulher de cabelos encaracolados lindos a ignorar a opinião do companheiro e todos os outros homens da galáxia, e fazer uma escova vietnamita que dura noventa anos e não desfaz nem com furacão em Miami. Na boa, cá entre nós, alguém olha uma mulher com aquele cabelo liso, que parece até o Chewbacca depois de um mergulho na praia, e fala “porra, queísso! Que tesão, que sexy, quero ela agora!”? Provavelmente não. O único instinto que uma chatice dessa desperta em mim é o instinto básico de espírito de porco de ir lá e amafrunhar
aquele cabelinho certinho todo!
Nem falo de gosto, tem quem goste de cabelo liso, enrolado, crespo, duro, mole, normal. Mas de onde se tirou a idéia de que TODO O MUNDO gosta de cabelos lisos? Seu namorado te acha linda de cabelos encaracolados. Sua mão também. A maioria dos homens também. Mas a sua amiga fez uma escova tão foda que agora o cabelo dela só penteia com esmeril e um ancinho, você vai lá e faz, pra depois ela dizer “nooossa!! Onde você fez essa progressiva? Isso deve durar mais que
ereção de piloto de testes de Viagra!”, aí você se conforta, feliz e sorridente, solenemente cagando pra opinião do seu namorado ou os utros homens do planeta.
Isso sem falar na sua namorada gostosíssima que insiste em comer só folha porque tem que “perder essa gordurinha aqui, ó”, e quando você olha a gordurinha você só tem vontade de arrancar a roupa dela e a possuir ali mesmo, na fila de menos de 10 unidades do supermercado onde ela veio comprar iogurte light zero. Onde ela vê gordurinha, você a vê deliciosa! E ela acha os peitos muito grandes, diz que tem que emagrecer etc, etc, etc. Enquanto isso, depois da terceira frase dela a única coisa que você pensa é em quanto tempo vai conseguir arrancar aquele maldito vestido cheio de nós e laços e zíperes, e se a mesa da cozinha agüenta o peso de vocês. E ela se achando gorda e feia. Mas a sua opinião não faz a menor diferença o que faz diferença é quando ela ta andando com uma amiga, e vêem uma garota mais magra que cobra faquir, e falam: “meu Deus, mas ela era tão magra, tão bonita! Não quero ficar gorda desse jeito nunca na minha vida, por isso que só
faço quatro refeições por semana”, e você olha pra mulher em questão e quase vai lá ajudá-la a se segurar por causa do vento.
O que importa não é a sua opinião, nem a minha, nem a de homem nenhum. O que importa é a consciência dela quando encontrar com uma amiga na rua, e o olhar da amiga descer até a altura da cintura dela, e ela não vai ter medo da cara de “nossa, que baleia”, que a amiga pode fazer. O que importa não é ser magra, mas sim se as amigas vão achar ela magra.
Não é pra te agradar, nem agradar a elas mesmas. E não vem com esse papo de “me sentir bem comigo mesma” que essa não cola. Ninguém precisa ter 35 quilos pra se sentir bem, nem ter cabelo de cantora de coral da Suécia pra estar satisfeita. Se fosse só pra se sentir bem, não ligava pra se você tem cinqüenta quilos e suas amigas te acham gorda. Ou seja, quer os cabelos cacheados da sua namorada de volta? Quer que sua companheira não vire um esqueleto ambulante? Desista de tentar dar sua opinião ou convencê-la de que ela é linda, gostosa e que você a deseja o tempo todo. É mais fácil pra você pagar uma meia dúzia de amigas pra falar “Zefa, o que você fez no cabelo? Seus cachinhos tão lindos! E esse corpinho, tá M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A!! Me conta o que você fez!!”. Em dois tempos ela joga a chapinha no lixo e aposenta
todos os diets, lights, zeros e livres de calorias, gorduras e sabor. Mas se você esquecer e der uma apertadinha na lateral da barriga dela, fudeu!! “Larga minha gordura! Por isso que eu não como nada, ta vendo!”. Tem-se que ter muito cuidado. Muito.

 Acompanhem o diálogo a seguir:

 

- Fala, cara, tudo bom? (ex-chefe pelo MSN)

- Tudo, e vocês aí? (eu, pressentindo que lá vem coisa…)

- Tudo ótimo. Recebeu nosso email sobre o curso?

- Recebi sim, boa sorte lá.

- Ué, não vai fazer? Pensei logo em você.

- Não, nem vou. Não é muito a minha área não.

- Como não? Ganhar dinheiro não é a sua área? Saber apresentar suas idéias não é a sua área?

- Ganhar dinheiro e saber apresentar minhas idéias são coisas muito diferentes de um Curso de Gestão de Projetos e Noções Básicas de Empreendedorismo com Aulas Práticas…

- E como você pretende vender suas idéias e ganhar dinheiro sem saber de empreendedorismo e gestão de projetos?

- Mike (fictício), eu sou escritor e redator. Eu escrevo. As pessoas me pagam, e eu escrevo. Não saio com um anunciozinho debaixo do braço nem um textinho no bolso vendendo por aí que nem repentista.

- E você pretende ser empregado o resto da vida?

- Não sei. Talvez não. Eu sou feliz fazendo o que eu faço, se pintar uma oportunidade de abrir um negócio, ótimo, senão, não vou morrer por isso.

- Por isso que vai morrer escritor.

- Deus te ouça.

- Não tem ambição.

- Tenho, de conseguir viver fazendo o que eu gosto, escrever. E não largar uma coisa que eu gosto e sei fazer pra abrir uma locadora em Inhaúma.

- Se você acha, vai continuar redator pro resto da vida.

- Espero. E que eu continue redator pro resto da vida conseguindo viver bem com isso. E você? Descobriu agora com trinta anos que precisa disso pra viver?

- Não, sempre soube, mas agora vou estudar mais isso.

_ Hhmm, sei. Quer dizer que até ontem você era um escravo do sistema de mente tacanha e sem ambição que nem eu, e agora você é o próximo Bill Gates por causa desse curso? Caramba… Quando você ficar rico me contrata.

- Eu não. Vou contratar gente com ambição, gente que não se contente em ser empregado e trabalhar a vida toda e…

- Ah ta, gente que não saiba fazer nada da vida nem tem talento pra porra nenhuma e sonhe em abrir uma franquia do “Salsichão Praieiro” em São Gonçalo? Ou gente que só trabalhe pra você enquanto não junta dinheiro pra comprar dez mil reais em produtos Herbalife e “ser seu próprio patrão” e virar gerente ou coordenador de marketing multinível?

- Tá, e se um dia você quiser escrever um livro? Ou um filme? Como você vai apresentar isso?

- Simples: manda o original pras editoras e manda o roteiro pras produtoras. Ouvi dizer que é assim que se faz…

- E você acha que sem um projeto alguém vai te publicar?

- Se o material for bom, sim. Ninguém vai publicar um livro de merda por causa do laço dourado na embalagem.

- O projeto pode ser primordial nesse processo… Tem autor que só é publicado por causa do projeto.

- É, tenho que admitir. Não tem como explicar uns autores que têm por aí vendendo milhões de livros de merda psudo-religiosa e auto-ajuda. Só pode ser o projeto mesmo…

- Caralho, não dá pra conversar com gente assim.

- Pois é, desculpa te contaminar com a minha falta de ambição e minha idéia simplista e pequeno-burguesa de simplesmente ganhar dinheiro fazendo o que eu gosto e sei fazer.

- Daqui há uns anos a gente vai se encontrar e vamos ver quem ta certo.

- Tá. Quando você for na Oprah manda um abraço pra mim.

- Mike parece estar offline.

 

            Então você, amigo, escravo do capitalismo e dos grilhões imperialistas, que teve o azar de nascer com vocação para alguma coisa, redima-se e abra um bar na garagem da casa da sua avó. Você, pode de espírito que vive de escrever, desenhar, pintar, cantar, tocar algum instrumento ou de alguma outra atividade artística, arrependa-se enquanto é tempo e abrace a salvação do Empreendedorismo e da Gestão de Projetos. Você não precisa ter um projeto em mente, claro. Só saber gerir um. Abandone seu talento, venda seu carro e seu Playsation 3 e viva o resto da vida sendo infeliz vendendo Produtos de Beleza ou usando broches de “perca peso agora e engorde minha conta bancária. Pergunte-me como”. É o preço que se paga pelo empreendedorismo vazio de prateleira de auto-ajuda. Seja um empreendedor medíocre, mas não se sobressaia na sua área de atuação sendo contratado de alguém. Afinal, quem não prefere um prêmio de Empreendedor do Ano da Cidade de Iguaba Grande do que um leãozinho de ouro em Cannes? Não tem nem o que pensar…

 

 

O assunto é espinhoso. E espinhento. Ambos. Tenho recebido muitos comentários com elogios, alguns merecidos, outros não, mas isso não vem ao caso. E algumas críticas. Poucas fundamentadas, tenho que admitir. A maioria é reclamação com relação ao meu estilo, minhas idéias, minha “homofobia” (deve ser coisa de veado), meu preconceito contra as mulheres (ah um tanque de roupa pra lavar…) e – esse ganha de todos – reclamações sobre meu Ego. Com maiúscula, ó o respeito. Mas não é exatamente sobre meu Ego, até porque eu não fico mostrando ele pra qualquer um. Tem que rolar um clima antes, eu sou tímido. Mas não é sobre meu Ego propriamente dito. Em linhas gerais, reclamam que eu acho que escrevo muito, que eu tenho opinião sobre tudo o tempo todo, que eu sou engraçadinho o tempo todo etc etc etc.

E eis que surge a questão: como escrever humor sem parecer arrogante? Não, eu não me preocupo em não parecer arrogante, na verdade eu não to nem aí. Só escrevi sobre isso pra parecer democrático, e porque eu tenho opinião sobre tudo o tempo todo. Escrever já é um ato meio arrogante em si mesmo, porque quem escreve já supõe, antes de terminada a obra, de que alguém vai ler aquilo, e gostar. Não existe essa que escrever pra si mesmo. Quem escreve pra si mesmo não faz livro nem blogue, escreve num diário com cadeado e não mostra pra ninguém. Quem escreve quer ser lido, ponto. E isso já é um tanto arrogante.

E quem escreve humor então, escorrega no próprio sebo. Além de escrever achando que alguém vai se interessar e ler, você tem a presunção de que, além de ler, o sujeito vai achar bom, e engraçado. Só conheço dois caras que realmente parecem pessoas tímidas e com egos controlados dentro do limite da normalidade: O Verissimo, filho, e o Woody Allen. Precisa explicar? Dois gênios, então, a não ser que você escreva tão bem quanto eles, não finja ser tímido, além de pegar mal já ta batido esse tipo. Então, qual a saída? Como, repetindo a questão, escrever humor sem parecer arrogante? Não sei. Eu pareço arrogante, logo, não faço a menor idéia. Mas tentar ser natural ajuda. O que eu escrevo é como eu sou. Não é personagem. Mesmo quando é ficção, sou eu quem está lá, falando aquilo. Eu sou aquilo diariamente, escrevendo, falando, trabalhando.

Mas agora uma dica: já que não tem jeito, você vai parecer arrogante de qualquer maneira, vai com tudo! Escreva mesmo como se você fosse bom pra cacete, como se todos fossem morrer de rir lendo você, como se você fosse o Woody Allen contando uma piada de judeus no campo de concentração. Faça humor com a certeza de que vai funcionar. Nesse caso, fazer bem ajuda bastante. Com essa atitude, as pessoas vão falar “porra, ele é metido mas é bom pra cacete!”. As pessoas não querem escritores pra casar com as filhas deles, elas querem é se divertir, e rir e ler coisas com qualidade.

Não interessa se você é metido, bicha, rubro-negro, judeu, Deputado Federal ou Presidente do Senado. Elas não tão nem aí pro seu caráter e pro seu Ego. Se você for bom, elas saberão separar sua obra do seu caráter. Aí você pergunta: “mas então você não é bom, porque as pessoas reclamam tanto do seu ego”. Respondo acendendo um cigarro com os olhos semi-cerrados levantando as sobrancelhas: “Elas reclamam, mas lêem. E voltam. E reclamam de novo. Mas no fim, sempre voltam”. Há quem não goste, claro, não to aqui pra ser unanimidade. Mas quem gosta não deixa de gostar pelo meu Ego ou pelo meu caráter. Elas só fingem que ficam ofendidas e reclamam nos comentários. Mas não deixam de ler. Tai a resposta: a melhor maneira de escrever humor e não parecer arrogante, é conseguir ser lido e reconhecido até por quem não gosta de você, como pessoa. Enfim, se eu encorajei alguém a escrever ou fazer humor depois disso, espero gratidão e recompensa financeira se o futuro lhes trouxer sucesso. Mais recompensa financeira do que gratidão, meu Ego pode viver com isso…

 

Se você gostou do meu blogue, assine o nosso feed e saiba sempre em primeira mão quando tiver texto novo. Meu Ego agradece…

Quem escuta a minha namorada dizendo que me ama tanto, e não me conhece, naturalmente, deve achar que eu sou um cara sensacional. Só pode ser, para uma pessoa amar e admirar desse jeito! Mas quem me conhece sabe que o buraco é muito mais embaixo. Eu passo longe da imagem de um cara que mereça ser amado desse jeito. Se amor fosse por merecimento, ela no máximo ia me ter como amigo do curso de inglês. Mas graças aos céus, não é. Mas mesmo assim é difícil entender. Até pra mim. Não raro me pego pensando: “será que ela não tá se confundindo? Ou me confundindo? Ou será que ela já ta apostando no meu talento literário e espera gratidão quando eu for rico, famoso e metido”? Penso bastante nisso.

Mas não é nada disso. Essa bailarina desmiolada me ama assim mesmo. Sem que o namorado dela tenha nenhuma característica da qual ela possa, racionalmente, se orgulhar. Ou vocês conhecem alguém que se orgulharia de ter um namorado chato, irracionalmente ciumento, possessivo, desbocado, impaciente até não poder mais, cínico, debochado, egoísta, superprotetor³, egocêntrico, teimoso, metido, arrogante, megalomaníaco, egocêntrico, que acha que tá sempre certo (e está mesmo), que acha que escreve pra caralho (e escreve mesmo), preconceituoso, intransigente, avoado e irresponsável? Nem eu… Mas mesmo assim ela me ama. Apesar disso tudo.

Mas não escrevi isso aqui só pra me gabar não. Quer dizer, não só pra isso… Na verdade escrevi isso pra dizer, que apesar de ser tudo isso aí em cima, eu amo essa bailarina, e quero a felicidade dela tanto que chega a doer, e que, sem muito sucesso, tenho tentado mudar isso tudo. Só pra um dia, quando alguém perguntar, ela poder dizer que o namorado dela é um sujeito sensacional. Porque ela merece namorar um cara sensacional. E como eu não to disposto a abrir mão dela pra nenhum bobalhão alegre de gel no cabelo e com cara de escoteiro, que faz faculdade de direito e chama a mãe dela de “tia”, eu to tratando de tentar ser um cara sensacional. Não por mim, mas porque ela merece. E o mínimo que eu posso fazer por alguém que me ama como se eu merecesse, é fazer por onde merecer.

Como qualquer um que já leu pelo menos três linhas escritas por mim sabe, eu sou um sujeito muito, mas muito preconceituoso. Preconceituoso e politicamente incorreto. Ah, e intransigente. Certas coisas que acontecem me fazem pensar que a única maneira de pensar sobre isso é a minha, tamanho absurdo da situação. Dia desses conversava eu com uma amiga, que vai ter o nome preservado porque ela é leitora. E se eu não falar quem é, a convenço de que não falava dela. Então. Nessa conversa, por MSN, de repente me lembrei que não a tinha adicionada no Orkut. “Mafalda (fictício), acho que não tenho você no Orkut”. Ingenuamente indaguei. “Não tenho Orkut. Meu namorado mandou acabar”. E ela acabou.

A justificativa dela é que alguns recados de amigos dela estavam causando ciúmes. Aí, como na piada clássica, o namorado resolveu vender o sofá da sala. Ou ele acha que as pessoas que mandavam recados que o incomodavam, agora vão deixar de fazer? Não, vão fazer por telefone, MSN, email, pessoalmente etc. ele só não vai ficar sabendo. Simples assim. E ela, por sua vez, acatou. Sob a desculpa de que “não vale a pena brigar por isso”. Não vale a pena brigar pela liberdade? Pela individualidade? Cada um com seu cada um.

Fazer isso é a mesma coisa de se a empresa que você trabalha exigir que você mude seu nome pra “Paulo do Ponto Frio”, e você aceitar. E quando você sair de lá? E quando você não estiver no trabalho? E o argumento de que não vale brigar por isso, pra mim, é o contrário. Não vale a pena é namorar uma pessoa que não quer uma namorada, quer um labrador com peitos e que deite, role, sente (no bom sentido) e dê a patinha(ainda no bom sentido). Conheço algumas pessoas, bem próximas a mim, que não tem MSN, Orkut, e sequer nomes de pessoas do sexo oposto no celular, e os que têm são todos conhecidos e “aprovados” pela patroa, ou pelo “dono”.

Eu jamais me envolveria com uma pessoa que quer anular a vida social do parceiro ou da parceira, que a obriga a abrir mão da individualidade e da liberdade em nome de uma suposta estabilidade. Isso não é amor. Até é, mas o mesmo tipo de amor a maioria das pessoas sente pelos seus cães: elas os amam, mas tem que ficar bem claro quem é que manda no pedaço. Eu jamais aceitaria isso, e, sobretudo, jamais exigiria isso. E mais ainda: jamais namoraria uma pessoa que se submete a isso. Uma pessoa que faz desse tipo de atitude uma condição pra um relacionamento, não ama de verdade, só não quer perder.

Particularmente, eu quero uma namorada ou esposa que tenha a vida dela, a individualidade dela e a liberdade dela. Que não se anule, que não se humilhe, que não se esqueça dos amigos nem da vida dela por mim. Quero uma pessoa que me ame, mas que acima de tudo ame a ela mesma, e jamais admita se um dia, eu num arroubo de intransigência, fizer uma exigência dessas. Nunca vou fazer, mas se fizer, não quero uma mulher que aceite. É a velha história de que todos têm o direito de cometer um crime. Que arquem com as conseqüências depois, mas elas têm a liberdade de escolher. Quero uma mulher que tenha a liberdade de me trair, se for o caso, mas que não o faça porque me ama, e não porque eu anulei sua vida pessoal e social.

Enfim, quero uma mulher, com opinião, individualidade, que brigue comigo quando eu tiver ciúmes ou não aceite quando eu reclamar de maneira mais ríspida dos seus decotes. Que receba e mande, sem esconder, recados dos amigos, que ligue pra eles se for o caso. Que me deixe puto da vida de ciúmes, mas que não me deixe triste por ter uma namorada que aceitou se anular por qualquer motivo que seja. Enfim, como eu disse lá em cima, eu quero uma namorada, e não um labrador… Até porque, já tenho uma calopsita que assovia a música do Kill Bil, e uma namorada que é tudo isso que falei no parágrafo aí de cima. E se tem uma coisa que ela me deixa é puto da vida de ciúmes. Melhor assim…

Acompanhe o Ego

Textos novos todas as segundas e quintas! Anote na sua agenda e visite o Ego com mais frequência!

Leia os textos antigos

Já contribuíram para o crescimento do meu Ego

  • 144,891 malucos

 

Novembro 2007
D S T Q Q S S
« Out   Dez »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930